caminhamos a passos largos rumo à inexistência. 330 mil mortos ficaram para trás e agora a vida é completamente sem valor e sem sentido como um barco no olho de um furacão. às vezes me pergunto como chegamos aqui, mas essas questões estão soterradas pela paranóia de não parar num dos hospitais abarrotados espalhados pelo país inteiro sem conseguir respirar. a variante P1 dominou o território brasileiro sob a tutela do cria de bernes boolsonaro, um verme covarde genocida. não consigo encontrar palavras para registrar essa desgraça como deveria. sei que ninguém vai ler, mas espero estar vivo para poder defecar na cova da família bolsonaro. por todos esses mortos.


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